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    Força Suprema

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    Biografia da Força Suprema

    Biografia da Força Suprema

    Força Suprema (FS) é um colectivo de rap luso-angolano formado por quatro integrantes: NGA, Don G, Masta & Prodígio em actividade desde 1998.

    Colectivo FS teve inicio em 98 com (Masta, Nga e Belzebu), mais tarde Belzebu acabara por abandonar o colectivo por motivos desconhecidos.

    Em 99 surge uma “click” SNK (Street Niggaz Krew) nada mais que uma junção de diversos Mcs da zona no qual encotravam-se tambem inseridos, entre os diversos mcs estava G-Don ou melhor Don-G.

    O primeiro projecto do conjunto sai em 2002 “Poder Supremo” assim se intitulava. algum tempo depois Don-G acabara por se juntar ao colectivo. Em 2002 Nga e Don-G dão por aberto a Editora Independente Madrap Records. e com a chegada de PIMP, contabilizava-se o 4 elemento do colectivo.

    Edson Silva (NGA), Valter Carlos (Don G), Terêncio Neto (Masta) e Osvaldo Moniz (Prodígio) partilham a mesma casa. No andar de baixo, o estúdio, a cozinha e uma ampla zona exterior. No primeiro andar, os quartos.

    Força Suprema Biografia
    Uma das primeiras formações da Força Suprema

    Para além deles há ainda os Dope Boyz, um outro colectivo dentro do colectivo Força Suprema. “Os Força Suprema existem há muitos anos. Começámos a gravar em 1999, num centro cultural da Câmara de Rio de Mouro. Depois, há cerca de quatro anos, apareceram Deezy e Monsta, mais novos, mas com histórias parecidas às nossas, putos humildes e trabalhadores, e a ligação surgiu. Eles têm a sua cena própria, mas acabam por fazer parte dos Força Suprema e partilhamos todos o mesmo tecto”, explica NGA, o centro do colectivo. –  VÍTOR BELANCIANO – Público, 12 de Junho de 2015.

    A História de Sucesso da Força Suprema

    Os Força Suprema nunca desistiram, mesmo se nunca alcançaram o mesmo reconhecimento que os nomes mais populares da segunda ou da terceira geração do rap português (Valete, Sam The Kid, Dealema, Chullage, Halloween, Regula ou Capicua). A persistência tem sido recompensada. Em Portugal, em parte, graças à Internet. “Antes de a Internet se ter tornado no nosso principal veículo de comunicação fazíamos algumas cópias físicas e vendíamo-las em três ou quatro lojas. Com a Internet a mensagem espalhou-se”, afirma Deezy, “hoje as redes sociais são o nosso escritório. É a partir daí que fazemos a difusão”.

    Curiosamente, é no mercado angolano, actuando ainda de forma tradicional, que têm obtido mais reconhecimento, beneficiando talvez de um contexto no qual a alta burguesia angolana tem investido na debilitada economia portuguesa. Durante largos anos, Angola era apenas a terra mítica dos pais onde tinham nascido, mas que nunca haviam visitado. Nos últimos anos essa realidade transformou-se. “Começou com algumas mixtapes que entregamos a amigos que iam lá, até que um dia alguém nos convidou para actuar”, resume Masta, “e desde então já fomos muitas vezes, actuando para mil ou dez mil pessoas, o que foi mudando as nossas vidas.”

    Dope Boyz
    Dope Boyz

    Na sua afirmação em Angola, e em Portugal, foram decisivos os vídeoclipes. Nos dois últimos vídeos, dos singles Normal e Champanhe, que se seguiram à edição no ano passado do álbum King, NGA trabalhou com um dos realizadores portugueses mais activos nos últimos tempos, Alexandre Azinheira (Clã, PZ, X-Wife). Os valores de produção envolvidos nada têm a ver com o que é normal no meio português, com uma vasta equipa, vários dias de filmagens, helicópteros e até uma equipa de alguns membros dos GOE a participar no processo. “Queremos trabalhar com os melhores, não ter medo de aprender, e para isso temos de investir a sério na nossa arte, indo o mais longe possível”, justifica NGA.

    Em Dezembro foram recebidos no palácio presidencial de José Eduardo dos Santos e a impressão foi positiva. “Fomos muito bem recebidos”, conta NGA, “o presidente estava a comer e levantou-se humildemente para nos cumprimentar e a primeira-dama pediu para tirar uma foto com o Prodígio”. A música do colectivo pode ser dura e sombria, não recusando a linguagem vernacular e as alusões sexuais, mas até agora não sentiram qualquer espécie de censura. “Não controlamos como é que os receptores recebem a nossa música e até pode acontecer que nos coloquem limitações, mas nós não somos de colocar a nós próprios barreiras. Ninguém tem o livro mais aberto do que nós.”

    Discografia da Força Suprema

    Galeria de Fotos da Força Suprema

     

    2 COMENTÁRIOS

    1. Força suprema é minha inspiraçao como o txuu boy Deezy diz ,mesmo que as pessoas falam nunca vou deixar de curtir o meu rap favorito FS, LS….

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